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sábado, 3 de julho de 2010

MTV News entrevista Mark Hoppus - jan 2010

Mark Hoppus fala sobre reunião do Blink-182.

Em Novembro, Mark Hoppus causou fofoca na internet com um simples post no blog. Foi a primeira fez que ele atualizou seu site desde que seu melhor amigo (e colega de banda) Travis Barker escapou da queda de um avião em chamas na Carolina do Sul, a qual matou quatro pessoas, incluindo o assistente de Barker, ‘Lil’ Chris Baker – com quem também Hoppus era próximo – e o segurança particular Charles ‘Che’ Still. E enquanto as palavras de Hoppus sobre a morte (e fuga) dos amigos eram sem dúvida tocantes, elas não foram o que fizeram os fóruns de discussão ativos .

Não, foi o último parágrafo do post, no qual ele escreveu que, devido ao acidente, ele e Barker começaram a passar o tempo com seu antigo companheiro de banda do Blink-182, Tom Delonge, que deixou a banda em circunstâncias decididamente raivosas em fevereiro de 2005. Foi a primeira vez em que os três ficaram juntos em um lugar em mais de 3 anos, e para muitos, isso significava somente uma coisa: finalmente, após todo este tempo, parecia que o Blink-182 voltaria.

É óbvio, não importava que, em umas poucas semanas, Barker tinha destruído esses rumores sobre a reunião. Pela primeira vez após um longo tempo, milhões de fãs do Blink tinham esperança. Sobretudo que, após começar toda a conversa sobre Blink, Hoppus não fez esforço para negá-la ele mesmo. Na verdade, ele não disse quase nada desde então.

Até agora, quer dizer. Na última semana, Hoppus concordou em conversar com o MTV News sobre o passado, presente e futuro (todos dos quais envolvem o Blink-182). Aqui, na primeira de duas partes da nossa conversa com ele – a segunda parte sai na quarta-feira – ele fala sobre o impacto de um simples post no blog, o conserto de seu relacionamento com Delonge e as perpectivas de uma plena reunião do Blink.


Sobre o post no blog: “Eu estou espantado com a resposta do que eu escrevi no meu blog. É incrível que tantas pessoas queiram saber o que está acontecendo. E eu sei que as pessoas têm muitas perguntas, então eu vou dizer tudo aqui nessa entrevista. Eu só estou falando por mim mesmo aqui. A resposta simples é, nós ainda estamos nos reconectando como amigos neste momento. Nenhum de nós sabe exatamente o que vai acontecer. Eu sei que nós todos estamos muito excitados de estarmos nos falando de novo, rindo e deixando o passado ficar no passado. Mas nós também estamos nos juntando depois de um rompimento extremamente amargo, muita raiva e frustração entre cada um de nós e 4 anos sem nos falarmos. Eu acho que nós precisamos voltar até um certo ponto como amigos antes que possamos entrar no palco juntos novamente, porque é nisso em que nós sempre baseamos tudo.”

Sobre seu relacionamento com DeLonge: “Neste momento, nós estamos apenas voltando a ser amigos. Eu falo com Tom várias vezes por semana, às vezes várias vezes por dia, e você sabe, ele é ainda o mesmo Tom com quem eu falava nos ônibus das turnês há quatro anos. Ele ainda fala sobre OVNIs e lasers e teorias da conspiração. Nós falamos sobre novas bandas que curtimos – Vampire Weekend – e o filme “Ressaca de Amor (Forgetting Sarah Marshall). Nós também fazemos piadas estúpidas de peido. Deus nos ajude, nós somos homens crescidos ainda fazendo piadas de peido… Quem sabe? Eu sei duas coisas: Uma, eu estou apenas contente que somos todos amigos novamente, e duas, nenhum de nós sabe nada mais para além disso.”

Sobre o futuro do blink-182: “O futuro está bem aberto. … Blink-182 não foi manufaturado por uma gravadora, e nós não estávamos fazendo música para ganhar dinheiro ou pela fama. Nós éramos três amigos numa banda, escrevendo músicas que amávamos. É aí que tudo começou e terminou. Antes que haja uma discussão sobre uma reunião, nós precisamos voltar àquele ponto novamente. Na verdade, nós precisaríamos passar daquele ponto, até um lugar onde você pode dizer para alguém, “Ei, cara, eu não estou realmente sentindo isso”, e pode discutir construtivamente sobre a música. Porque é aí que o melhor do Blink-182 veio à tona. A força entre as idéias que nós três tínhamos. Eu sempre achei que cada um de nós três trazia algo único e especial para as músicas, e a colisão desse elementos faziam a música ser o que era. Resumindo, nós precisaríamos voltar até estarmos próximos o suficiente como amigos e artistas para podermos dizer um ao outro, respeitosamente, “Foda-se”. Minha consideração final é essa: Se – e isso é um grande se – Blink-182 fosse algum dia voltar, teria que ser o mais incrível, ridículo, alucinante show e turnê de todos os tempos. Eu sinto que, por mais amarga que a nossa separação tenha sido, nós saímos fora no auge de nossa carreira, e nós teríamos que voltar ainda mais fortes e melhores que antes.


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Entrevista traduzida por Murillo e MarceloCSC - via http://www.action182.com

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Revista Rolling Stone - THE MARK, TOM AND TRAVIS SHOW


Mark e Tom falam sobre a turnê

"Nós nunca temos que ensaiar muito. Eu acho que nós precisamos fazer isso com mais freqüência. Pelo menos é o que as pessoas vêm dizendo nos últimos dez anos". (Tom Delonge)
O trio não está se matando para se preparar para a sua próxima turnê pelos E.U.A de trinta e três shows, intitulado The Mark, Tom, and Travis Show. Semanas antes do inicio da turnê ninguém parece preocupado com o fato de que o baterista Travis Barker está fora de ação. O baixista e cantor da banda Mark Hoppus está saindo com sua noiva enquanto DeLonge está fazendo melhoramentos em sua casa. "Eu estou instalando um sistema de segurança para minha casa, para que as crianças não fiquem olhando pra mim enquanto eu estou correndo nu, espalhando creme de amendoim sobre todo meu corpo." diz DeLonge.
Ainda mesmo que quase impossível de conseguir uma resposta definitiva de Hoppus e DeLonge, eles parecem excitados com essa nova turnê. "Todos nós estamos muito entusiasmados com a turnê!" diz Mark. Esse é o sonho que todos gostariam de realizar." acrescenta DeLonge. Para passar de clubes pequenos para grandes casas de show, ele dobrou a potência de seu amplificador. "Eu espero que funcione." diz DeLonge. "Tudo o que eu sei é que paguei muito dinheiro por ele." Ele também já encomendou mais guitarras Fender Stratocasters, feitas sob medida para "meu próprio estilo," diz ele. "Eles fizeram elas ficarem bem legais com cores diferentes."

Dessa vez o trio está experimentando um novo conceito visual diferente do antigo que era correr nu. "Nós estamos mais voltados para esse negócio de anos 50, como um enorme cinema de drive-in. Estou pensando em filmar aliens e filmes pornô. Definitivamente são coisas que você não vai querer que as crianças vejam." Tom Delonge. Hoppus está excitado com os efeitos de luz. "Você conhece aqueles lasers que os médicos usam para cirurgia nos olhos?" ele pergunta. "Isso é o que nós estamos usando. As pessoas vão nos assistir, e nós corrigiremos suas visões defeituosas." Muito parecido com suas últimas turnês ("Poo-Poo Pee-Pee" e "Race Around Venus") dos últimos dois anos, os novos shows irão oferecer uma mistura de músicas das suas primeiras gravações, e talvez alguns "covers". diz Hoppus. "Eu quero tocar "So Lonely" de "The Police," diz ele, acrescentando que ele também quer homenagear uma das bandas que influenciou o Blink 182 tocando "Coolidge," de "The Descendents." DeLonge não acha que isso vai ser possível. "Já é difícil aprender nossas próprias músicas," ele diz. "O perfeccionismo de Mark esses dias está tomando a maior parte de seu tempo. Ele não tem tempo para tocar baixo, ele só fica sozinho aprendendo "covers". A parte dos shows favorita de DeLonge é quando ele toca a música "Family Reunion". Os fãs podem sempre ter certeza de que toda noite o estado hilário de Hoppus e Delonge vai animar o show. "Essa é a única hora que nós temos alguma criatividade," diz DeLonge.
Quando não estão tocando, Blink passa a maioria do tempo falando no telefone e assistindo filmes. Os jovens artistas também matam o tempo com seu Web site (www.loserkids.com), vendendo peças de skate e outras mercadorias. "Nós temos todas essas coisinhas funcionando. Nós também estamos numa banda," diz DeLonge, "mas eu acho que isso é mais secundário."

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Entrevista traduzida por anônimo.